sábado, junho 23, 2007

Paphiopedilum superbiens























Descrito em 1855, este é mais um caso complicado a nível taxonómico, tendo sido 'baptizado' várias vezes. Para além desse facto, tem bastantes semelhanças com o Paph. ciliolare e com o superbiens var. curtisii, sendo frequente haver enganos na identificação destas plantas (este por exemplo era suposto ser o ciliolare...). Difere do primeiro principalmente por ter as pétalas todas cobertas com 'pontinhos' pretos, enquanto que o ciliolare só os tem na base das pétalas, e do segundo por o var. curtisii ter uma flor mais pequena e pétalas mais curtas.

Originário do norte e centro de Sumatra, cresce em locais relativamente claros em florestas de coníferas. O substrato é constituido por húmus e cinzas vulcânicas, e as temperaturas são constantes ao longo do ano - entre 17ºC e 25ºC. No entanto, há uma pequena descida da temperatura e diminuição da precipitação no início do inverno, que são necessárias para induzir a floração. Durante o período de crescimento, o substrato deve ser mantido húmido (mas não encharcado), e as regas devem ser feitas com água destilada.

A flor é majestosa, muito grande, é mesmo a maior que já vi - das espécies, claro, há híbridos bem maiores. As folhas são também muito bonitas, tanto a forma - são bastante largas - como a tesselação. Não me parece uma planta problemática - pelo menos até agora...







3 comentários:

Rodrigo disse...

Oi, achei teu blog pelo google tá bem interessante gostei desse post. Quando der dá uma passada pelo meu blog, é sobre camisetas personalizadas, mostra passo a passo como criar uma camiseta personalizada bem maneira. Até mais.

Greenman disse...

Que exemplar tão perfeitinho!!!
Eu já estava a estranhar não aparecer por aqui um Paphiopedilum!!! :-D

TC disse...

Já tinha ouvido essa boca eheh, mas não perdem pela demora...